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O ensino de Física apresenta o desafio de superar práticas centradas na memorização de fórmulas e na resolução mecânica de exercícios, aproximando os conhecimentos científicos das experiências e situações cotidianas dos estudantes. No estudo da eletricidade, conceitos como corrente elétrica, diferença de potencial e resistência exigem elevado grau de abstração, tornando necessária a adoção de estratégias pedagógicas que favoreçam a visualização dos fenômenos e a participação ativa dos alunos na construção do conhecimento. Nesta obra, investiga-se o potencial didático-pedagógico de uma Unidade de Ensino Potencialmente Significativa (UEPS) voltada ao ensino de associação de resistores no Ensino Médio. Fundamentada na Teoria da Aprendizagem Significativa, a proposta articula simuladores computacionais e mapas conceituais como recursos para identificar conhecimentos prévios, representar relações entre conceitos, acompanhar o desenvolvimento da aprendizagem e aproximar teoria e prática. Ao integrar fundamentação teórica, planejamento metodológico e aplicação de recursos interativos, o estudo oferece contribuições relevantes para professores, pesquisadores e estudantes interessados na renovação do ensino de Física. Mais do que apresentar uma sequência de atividades, a obra propõe um caminho para tornar a aprendizagem de circuitos elétricos mais concreta, investigativa e significativa, estimulando a autonomia, o pensamento científico e a capacidade de aplicar o conhecimento em diferentes situações.
INTRODUÇÃO
1 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
1.1 Teoria da Aprendizagem Significativa (TAS): surgimento e conceitos fundamentais
1.2 Mapas conceituais
1.3 Unidade de Ensino Potencialmente Significativa (UEPS)
2 PERCURSO METODOLÓGICO
2.1 Tipologia de pesquisa
2.2 Procedimentos técnicos
2.3 Lócus e sujeitos da pesquisa
2.4 Instrumentos de coleta e análise de dados
2.4.1 Descrição da Unidade de Ensino Potencialmente Significativa
2.5 Análise de dados35
2.6 Aspectos éticos35
3 ANÁLISE DOS RESULTADOS
3.1 Mapas conceituais iniciais
3.2 Inferências sobre a prática investigativa
CONCLUSÕES
REFERÊNCIAS